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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Você sabia que em 2013 será lançado o filme "Oz - The Great and Powerful", com James Franco?

Em 2013, estreia "Oz - The Great and Powerful", uma 'prequela' do clássico de 1939 "O Mágico de Oz". O filme vai mostrar como um mágico de circo se tornou o famoso e poderoso senhor da Terra de Oz.
No elenco, James Franco (Oscar Diggs), Rachel Weisz (Evanora), Michelle Williams (Glinda) e Mila Kunis (Theodora).

Quando Oscar Diggs (Franco), um mágico de circo com uma ética discutível, é carregado do poeirento Kansas para a vibrante Terra de Oz, ele acha que tirou a sorte grande - fama e fortuna ao seu dispor. Até que ele encontra três bruxas, Theodora (Kunis), Evanora (Weisz) e Glinda (Williams), que não estão convencidas de que ele é o grande feiticeiro que todos imaginam.

Relutantemente tragado pelos épicos problemas em que a Terra de Oz e seus habitantes estão enfrentando, Oscar tem que descobrir quem é bom e quem é mal, antes que seja tarde demais. Colocando em prática suas artes mágicas da esperteza e do ilusionismo - e até um pouco de feitiçaria - Oscar se transforma não apenas no grande e poderoso Mágico de Oz como também em um homem melhor.

"Oz, The Great And Powerful" é dirigido por Sam Raimi (da trilogia "Homem-Aranha"). A produção é de Joe Roth.

O filme será lançado em cópias 2D e 3D a partir de 08 de Março de 2013.

Você sabia que Dorothy de 'O Mágico de Oz' quase foi interpretada por Shirley Temple?

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Shirley Temple
Apesar de Judy Garland ter sido sempre a favorita para interpretar Dorothy no filme 'O Mágico de Oz' (1939), havia muitas outras atrizes em Hollywood que também foram consideradas para protagonizar o filme.
 
Entre elas estava Shirley Temple, então com uma idade mais próxima à de Dorothy (Temple tinha 11 anos, enquanto Judy Garland tinha 17).
 
Temple era também a maior estrela mirim da década de 1930, assim como é considerada a mais famosa de todos os tempos.
 
Como Temple estava sob contrato com a 20th Century Fox, um acordo foi oferecido a seu empresário: ela iria para a MGM em troca de Clark Gable e Jean Harlow.
 
No entanto, a extensão vocal de Shirley Temple foi considerada insatisfatória pelos produtores de 'O Mágico de Oz', que desistiram dela para o papel.
 
As jovens estrelas Deanna Durbin e Bonita Granville também foram cogitadas, mas quem levou o papel foi mesmo Judy Garland.
 
Para viver uma menina mais jovem, a atriz teve que usar uma incômoda cinta em seu torso para esconder os seios.

'O Mágico de Oz' - O Filme
Um Conto de Fadas (e Bruxas) Eterno

'O Mágico de Oz', de 1939, é sem dúvida um dos filmes mais queridos, vistos e cultuados de todos os tempos. Ele também representou um salto tecnológico para a época - foi um dos primeiros a usar o technicolor.

A crítica especializada frequentemente se refere ao filme como uma obra-prima de cenografia, figurino, coreografia, música, letras e história. 

Mas muitos desconhecem que a película estrelada por Judy Garland não foi a primeira adaptação das aventuras de Dorothy e seus amigos para o cinema - pelo menos seis versões foram produzidas anteriormente, a maioria baseada mais no musical da Broadway de 1902, do que no romance original de L. Frank Baum. 


































A versão da MGM 

Em 1938, o poderoso Louis B. Mayer, fundador do famoso estúdio de Hollywood Metro-Goldwyn-Mayer, comprou, por sugestão do produtor Mervyn LeRoy, os direitos de tela para 'O Mágico de Oz' por US $ 75.000. A quantia era considerada astronômica para a época. 





Impressionado com o sucesso estrondoso alcançado por Walt Disney em 'Branca de Neve e os Sete Anões', Mayer decidiu apostar suas fichas em um tema que pudesse atrair tanto o público infantil como o adulto. Walt Disney queria fazer 'O Mágico de Oz' após 'Branca de Neve', mas a MGM já possuía os direitos do livro, para a sorte de Mayer!




























































O filme começou a ser feito em 13 de Outubro de 1938 e foi concluído em 16 de Março de 1939, ao custo de US$ 2,7 milhões. Mas não pensem que tudo foram flores nestes cinco meses de produção! 

'O Mágico de Oz' contou com o trabalho de 14 roteiristas e nada menos que cinco diretores diferentes: Richard Thorpe (afastado por seu trabalho ter sido considerado insatisfatório), George Cukor (assumiu a direção temporariamente), Victor Fleming (filmou a maior parte do clássico, até que foi chamado para 'E O Vento Levou'), King Vidor (filmou principalmente as cenas em sépia no Kansas) e o produtor Mervyn LeRoy, que também dirigiu algumas cenas de transição.


As Filmagens

Como a maioria dos filmes da década de 1930, 'O Mágico de Oz' foi filmado em sets construídos em estúdio. O set era tão grande que até nove câmeras foram colocadas em arbustos, plantas e vasos. As câmeras escondidas faziam os close-ups, enquanto a câmera principal era usada para capturar a cena toda. 



















































"O Mágico de Oz" impressiona até hoje pela exuberância de sua fotografia, que utiliza vários modelos fotográficos (o início e o final são em sépia, enquanto o meio do filme é de um colorido deslumbrante), bem como pela criatividade dos cenários, pelo excepcional trabalho de maquiagem e pelos efeitos especiais absolutamente inovadores para a época.

O departamento de figurino da MGM fez quase 1000 peças para os 600 atores do filme. Os figurinos dos personagens principais eram altamente elaborados, mas até mesmo os trajes dos figurantes exibiam um rico acabamento e cuidado nos detalhes. 





Estreia e Bilheteria ruim

Antes da estreia oficial, o filme teve três previews: dois no dia 11 de agosto de 1939 (em Kenosha, Wisconsin e em Cape Cod, Massachusetts) e outro no dia seguinte, no Strand Theatre, em Oconomowoc, Wisconsin.

A estreia em Hollywood ocorreu em 15 de agosto, no Grauman's Chinese Theatre. Já a estreia em Nova York, em 17/08, aconteceu no Loew's Capitol Theatre e foi seguida por uma apresentação ao vivo de Judy Garland e seu frequente parceiro de filmes, Mickey Rooney. 

Eles continuariam se apresentando em estreias por semanas. A estreia nacional ocorreu em 25 de agosto de 1939.

O filme arrecadou aproximadamente $3 milhões (algo como $50 milhões atuais), o que contrariou as expectativas da MGM, que mal pagou o custo da produção. As críticas foram amigáveis, mas não arrebatadores e a bilheteria foi decepcionante.

'O Mágico de Oz' ganhou dois prêmios Oscar: melhor trilha sonora e melhor música por "Over the Rainbow".


TV, VHS, DVD e Blu-Ray 

'O Mágico de Oz' tornou-se o fenômeno que é ainda hoje apenas quando foi relançado em 1949 e, principalmente, quando foi exibido pela primeira vez na TV, em três de novembro de 1956, na CBS. Estima-se que 45 milhões de pessoas tenham assistido a transmissão.

Encorajada pela resposta positiva, a CBS decidiu torná-lo uma tradição anual, exibindo-o todo mês de dezembro, de 1959 até 1962, no horário nobre. Desde então, o filme foi apresentado na televisão apenas uma vez por ano por mais de duas décadas. Quem era criança na década de 1960 viu 'O Mágico de Oz' em uma TV preto e branco a cada ano e esperava o ano inteiro por isso!

'O Mágico de Oz' foi lançado em VHS em 1980 e em laserdisc em 1989. O lançamento do primeiro DVD do filme foi em 26 de março de 1997. 


































Em 2009, o clássico completou 70 anos de lançamento e para comemorar foi lançada uma belíssima edição do filme em Blu-ray, com vários extras, como documentários, a versão completa do filme mudo de 1914, materiais de bastidores como fotografias, notas de estúdio e páginas de script, curiosidades, depoimentos, cenas excluídas etc. 


Curiosidade

Você pode não acreditar, mas o grande sucesso 'Over the Rainbow' por pouco foi excluído do filme: O produtor Louis B. Mayer não gostou nada do fato de que Judy Garland seria vista cantando em um curral, cercada de galinhas e outros animais. Graças ao produtor Arthur Freed, a música foi incluída!

Divulgaremos aqui no Site outras curiosidades de 'O Mágico de Oz'! 


Fontes de Referência: 

- "The Wizard of Oz, Produced by the Wizards of Hollywood, Works Its Magic on the Capitol's Screen". By FRANK S. NUGENT

- TO SEE THE WIZARD. Oz on Stage and Film

- Thoughts on 'The Wizard of Oz' at 70. Mick LaSalle, Chronicle Movie Critic. October 30, 2009

- Cult Movies - 7 Anos de Paixão Pelo Cinema

- O Mágico de Oz - Sete décadas de fantasia, sempre renovada. Por Regina Ricca.

- Wikipedia

A história do Mágico de Oz

"A história de O Mágico de Oz foi escrita exclusivamente para agradar crianças de hoje. Ele aspira a ser um conto de fadas moderno, em que o espanto e alegria são mantidos e os sofrimentos e pesadelos são deixados de fora".

L. Frank Baum
Chicago, abril, 1900




Desde sua primeira publicação, em 1900, 'O Mágico de Oz' tornou-se um dos livros infantis mais lidos e amados de todos os tempos. 

O que torna esse livro tão especial e duradouro?

O romance de L. Frank Baum, originalmente intitulado "O Maravilhoso Mágico de Oz", é um dos maiores sucessos editoriais da literatura infantil. A obra tem sido traduzida para diversos idiomas e adaptada para o cinema, teatro e televisão. 

L Frank Baum 

Nascido em 1856, em Chittenango, Nova York (EUA), Lyman Frank Baum era um homem sonhador e criativo, que sempre gostou de estar rodeado de crianças e contar histórias para elas. 

Antes de ser um escritor de sucesso, foi editor de jornal, ator, gerente de vendas, vendedor ambulante e até tentou criar uma raça exótica de galinhas. 

Passava muitas horas viajando a trabalho e na volta gostava de contar histórias para os filhos e para as crianças da vizinhança. 

Foi assim que sua sogra o incentivou a escrever as histórias que contava. Nasceu então o primeiro livro de Baum, 'Mamãe Ganso em Prosa' (1897). No ano seguinte, Baum publicou "Papai Ganso", que se tornou um grande sucesso e o best-seller infantil daquele ano. Este livro foi ilustrado por W. W. Denslow, com quem ele trabalharia de novo em 'O Mágico de Oz'.


O Maravilhoso Mágico de Oz

Uma noite, um grupo de crianças pegou Baum de surpresa e exigiu que ele contasse uma história. Baum contou-lhes a respeito de uma menina de fazenda do Kansas chamada Dorothy, que foi carregada por um ciclone para uma terra estranha onde encontrou um espantalho, um homem de lata e um leão medroso. Uma das crianças perguntou:

- Como se chama essa terra?

Pego de surpresa, Baum olhou em volta a procura de inspiração. Num canto da sala havia uns arquivos, e um deles estava marcado com as letras O - Z.

'A Terra de Oz!', exclamou sem saber que acabava de acrescentar uma nova palavra à língua inglesa.

Nascia então um dos livros de mais sucesso de todos os tempos: "The Wonderful Wizard of Oz" (O Maravilhoso Mágico de Oz). 

Baum e o ilustrador Denslow queriam que o livro fosse refinado e tivesse cores, o que era raro na época. Seriam 24 gravuras coloridas e mais de 100 ilustrações em duas cores. 

O livro foi considerado uma inovação e arrancou elogios do The New York Times. A publicação vendeu 90 mil exemplares, tornando-se best seller por dois anos consecutivos. 

A ideia de Baum era escrever um volume só. No entanto, o apelo que tinha para as crianças e a forma com que despertava a atenção delas fizeram com que o livro fosse um sucesso, e, quatro anos depois, a pedido do público, ele escreveu uma continuação. 

Ao todo foram 14 volumes escritos por Baum contando as histórias da Terra de Oz. Seu último livro, 'Glinda of Oz', foi publicado um ano após sua morte, em 1920, mas a série de Oz continuou a ser escrita e publicada ainda por muito tempo por meio de vários autores. 

A obra de Baum tem sido traduzida para diversos idiomas e adaptada para o cinema, teatro e televisão. 

Dois anos depois da publicação, Baum, Denslow, o compositor Paul Tietjens e o diretor Julian Mitchell produziram um musical baseado na história do livro. O espetáculo 'O Mágico de Oz' estreou em Chicago para, logo depois, conquistar os palcos da Broadway. A produção acabou ficando mais de um ano em cartaz em Nova York e Brooklin; e viajou durante seis anos pelos Estados Unidos.

A magia da história de Dorothy, o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde continua encantando crianças e adultos do mundo inteiro até os dias de hoje. Tudo isso foi fruto da imaginação de um homem que nos deixou esse legado, nos deixou a Terra de Oz. 




Curiosidades 

* Baum publicou vários livros não relacionados à Oz. Várias obras de sua autoria foram publicadas com pseudônimos diferentes, como "Edith Van Dine", "Schuyler Staunton" "Laura Bancroft", "Suzanne Metcalf", "Capt. Fitzgerald" e um como anônimo.


* Alguns veem a história de L. Frank Baum como uma sátira política e social. A menina do Centro-Oeste (típico cidadão norte-americano) reúne-se com um espantalho sem cérebro (agricultores), um homem de lata sem coração (indústria), um leão covarde (políticos, em particular, William Jennings Bryan) e um mágico impotente (tecnologia). 

PERSONAGENS


Glinda, a Bruxa Boa do Norte

No livro 'O Maravilhoso Mágico de Oz´, de L Frank Baum, publicado em 1900, Glinda é chamada de 'Bruxa Boa do Sul'. É ela quem ajuda Dorothy a voltar pra casa, revelando o poder dos sapatinhos de prata (na história original eram de prata e não de rubi).

No livro, Glinda é retratada como uma mulher muito bonita, com cabelos vermelhos longos e olhos azuis, e trajando um lindo vestido branco. Mas ela é bem mais velha do que sugere sua aparência!

No filme de 1939, Glinda aparece como a Bruxa Boa do Norte (e não do Sul, como no livro). A Glinda das telas executa as funções das duas bruxas, em uma tentativa de deixar a história mais compacta, como convinha a um filme musical da MGM.

Para os roteiristas de 'O Mágico de Oz', uma única bruxa boa e uma única bruxa má permitia desenvolver uma narrativa mais coesa e convincente em um filme de entretenimento familiar, com pouco mais de 100 minutos de duração.

Segundo os adaptadores, duas bruxas boas não teriam contribuído para a jornada pessoal de Dorothy e para o crescimento eficaz da personagem, que era o que eles estavam interessados em retratar.

No filme da MGM, a Bruxa Boa que viaja por uma bolha, usa um vestido cor de rosa, uma coroa da mesma cor e carrega uma varinha de condão com uma estrela muito brilhante na ponta. É ela quem instrui Dorothy a seguir a estrada de tijolos amarelos que vai para a Cidade das Esmeraldas, onde o poderoso Mágico de Oz será capaz de conceder o desejo da menina de retornar ao Kansas.

Considerada a feiticeira mais poderosa da Terra de Oz, Glinda sabia dos poderes dos sapatinhos de rubi, mas escondeu essa informação de Dorothy, no início, para facilitar sua maturidade psicológica e emocional.

Bruxa Má do Oeste































A Bruxa Má do Oeste é a grande antagonista do livro 'O Maravilhoso Mágico de Oz´, de L. Frank Baum. Ela é a governante do país Winkie, na Terra de Oz, onde fez dos Winkies seus escravos, e conta com a ajuda dos macacos voadores. 

Na famosa adaptação do clássico para o cinema, de 1939, a Bruxa Má do Oeste aparece como irmã da Bruxa Má do Leste, embora isso não seja mencionado no romance original.

No livro, as duas bruxas uniram-se para conquistar a Terra de Oz e dividi-la entre si. A Bruxa do Oeste foi descrita como uma mulher tirana, velha, pançuda, com três tranças e um tapa-olho. L. Frank Baum explicou que ela só tinha um olho, mas que este "era tão poderoso quanto um telescópio", permitindo que a bruxa visse o que acontecia em seu reino das janelas de seu castelo.

Alguns ilustradores dos livros de Oz, como Paul Granger, colocaram seu olho no centro da testa, como um ciclope.

A Bruxa não carregava uma vassoura no livro e sim um guarda-chuva, sem dúvida, para se proteger da água que é tão letal para ela. 

Na versão para o cinema de 1939 de 'O Mágico de Oz', a Bruxa Má do Oeste é curvada, tem pele verde, nariz e queixo pontiagudos, e usa um vestido longo preto com um chapéu também preto e pontiagudo. Esta representação da Bruxa Malvada tornou-se um padrão mundial para a aparência de bruxa e um arquétipo para a maldade humana. 

No filme ela entra mais cedo na história do que no livro, e é muito mais ameaçadora. 

A personagem ocupa a 4 ª posição na lista do American Film Institute dos 50 melhores vilões de todos os tempos, sendo o maior vilão do gênero feminino. 

Tanto no livro original como no filme de 1939, a Bruxa Má do Oeste não tinha nome. No livro 'Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West', de 1995, e no recente musical da Broadway, 'Wicked', a Bruxa Má do Oeste é chamada de Elphaba (nome formado a partir das iniciais do autor L Frank Baum - El-Pha-Ba).

Totó

Totó é o nome do cãozinho companheiro leal de Dorothy em 'O Mágico de Oz'. 

O cão era originalmente um Cairn Terrier desenhado por WW Denslow para a primeira edição do livro 'O Maravilhoso Mágico de Oz´ (1900). Ele reaparece em numerosas adaptações, tais como o famoso filme de Hollywood de 1939.

No primeiro livro, Totó não falou, embora outros animais, nativos de Oz, falem. Em livros posteriores, outros animais ganharam a capacidade de falar ao chegar em Oz, mas Toto permaneceu mudo. Ele só vem a falar no livro 'Tik-Tok de Oz'. 

Em 'O Maravilhoso Mágico de Oz´, L. Frank Baum não chegou a especificar a raça de Totó, mas o descreveu como "um cachorrinho preto, com pelos longos e sedosos e pequenos olhos negros que brilhavam alegremente". 

No entanto, a partir das ilustrações do primeiro livro foi concluído que se tratava de cão da raça Cairn Terrier, mesmo que alguns acreditassem que seria um Yorkshire Terrier, raça muito popular na época. 

Nos livros seguintes, ele se torna uma Boston Terrier por motivos jamais explicados. 

Totó é personagem-título em dois livros da serie de Oz: 'Totó em Oz' (1986), de Chris Dulabone, e 'Totó de Oz' (2006), de Gina Wickwar.


Totó no cinema 































No clássico de 1939, 'O Mágico de Oz', Totó foi interpretado por uma fêmea tigrada da raça Cairn Terrier cujo nome verdadeiro era Terry. 

Ela foi paga com um salário de US$ 125 por semana, ganhando mais que muitos dos atores! (os anões que representavam os Munchkins, por exemplo, teriam recebido de US$ 50 a US$ 100 por semana).

Antes do início das filmagens, Terry passou duas semanas na casa de Judy Garland para se acostumar com a atriz. 

Durante o filme, Terry quebrou uma pata quando um dos guardas Winkie pisou nela. Dois dublês tiveram que ser usados enquanto sua patinha era curada. 


Curiosidades:

ₔ A cadelinha Terry chegou a assistir à estreia de 'O Mágico de Oz' no Grauman's Chinese Theatre.

ₔ Judy Garland queria muito adotar Terry após a conclusão do filme, mas o proprietário da cadelinha não quis. 

ₔ Devido ao sucesso do filme, seu nome foi mudado para Totó! 

ₔ Terry (ou Totó) fez 15 filmes em sua 'carreira' e morreu com 11 anos, em 1945. Foi enterrada no quintal de seu treinador. Em 18 de junho de 2011, um memorial permanente foi dedicado a Totó no Hollywood Forever Cemetery, em Los Angeles. 

ₔ Willard Carroll escreveu a sua 'autobiografia': "Eu, Toto".