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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Os Munchkins

Os Munchkins são cidadãos do país Munchkin (ou Munchkinlândia), o quadrante leste da Terra de Oz.

No livro de L. Frank Baum, os Munchkins são anõezinhos com chapéus pontiagudos, barbas ou bigodes, e que vestem sempre azul. 

Os Munchkins foram governados durante muitos anos pela Bruxa Má do Leste, até a casa de Dorothy esmagar a feiticeira tirana. 

No filme 'O Mágico de Oz', de 1939, os Munchkins foram interpretados por mais de 100 anões vindos do teatro de variedades e do circo, de toda parte do mundo. 

Assim que chegaram ao estúdio da MGM, os anões foram medidos e ganharam um traje individual. O departamento de costura levou cinco semanas para fazer todos os trajes. 

O grupo de anões foi completado por uma dúzia de crianças de tamanho médio, contratadas para compensar a escassez de pessoas pequenas que o estúdio encontrou para o filme. 

Baum nunca explicou como nasceu o termo, mas o pesquisador Brian Attebery levantou a hipótese de que pode haver uma conexão com o emblema da cidade bávara de Munique (München em alemão). O símbolo era originalmente uma estátua do século 13 de um monge. Ao longo dos anos, a imagem foi reproduzida inúmeras vezes, por exemplo, em canecas de cerveja, e posteriormente evoluiu para a figura de uma criança vestindo um capuz. A família de Baum tinha origem alemã, então é bem capaz do autor ter visto uma dessas reproduções em sua infância.

Há outra corrente que apregoa que "Munchkin" é derivado da palavra alemã para "manequim" ou "figurinha": "Männchen". 

Em 1989, o autor Stephen Cox escreveu, cinquenta anos depois do filme, o livro "The Munchkins Remember", onde entrevistou 33 anões que ainda estavam vivos naquele momento. 

Em 20 de novembro de 2007, os Munchkins receberam uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Sete dos atores sobreviventes do filme estavam presentes. 

Em 2012, apenas três atores que viveram os Munchkins no filme de 1939 ainda estão vivos. 

Como resultado da popularidade do filme 'O Mágico de Oz', a palavra "munchkin" entrou no idioma Inglês como uma referência para crianças pequenas, anões, ou qualquer coisa de baixa estatura. 


Munchkins Notórios: 

Prefeito
Médico Legista
Conselheiros
Advogado
Professores de escola
Clube do Bebê de Colo (Lullaby League)
Pelotão do Pirulito (Lollipop Guild)

 

Núcleo do Kansas

Tia Em 


Emily Gale é a tia de Dorothy e esposa do tio Henry. No livro 'O Maravilhoso Mágico de Oz´, de L Frank Baum, publicado em 1900, Tia Em é descrita como uma mulher que viveu a maior parte de sua vida em fazendas. Quando ela mudou-se para o Kansas com seu marido, era uma mulher jovem e bonita. Mas o sol e o vento levaram o brilho dos seus olhos e o vermelho de seus lábios e bochechas, deixando-os tão cinzentos como a pradaria ao redor. Ela criou galinhas por cerca de quarenta anos. No livro, ela emigrou depois para a Terra de Oz. 

Já no filme, ela é uma senhora já de idade, que está sempre atarefada e um pouco austera. Parece estar mais preocupada com a incubadora de pintinhos do que com os problemas de Dorothy. No final ela aparece bem mais suave, como se percebesse que o trabalho não é tudo e sim as pessoas e a família.


Tio Henry 
Hunk 























É um dos empregados da fazenda de Tia Em e Tio Henry. É muito apegado a Dorothy e adora dar bons conselhos. É quem diz a Dorothy que ela precisa usar o cérebro para driblar a Senhorita Gulch. 


Hickory




























É um dos empregados da fazenda de Tia Em e Tio Henry. É doce e preocupado com Dorothy. 


Zach




























É um dos empregados da fazenda de Tia Em e Tio Henry. É quem resgata Dorothy do chiqueiro e quem encoraja a menina a não ter medo da Senhorita Gulch. 

Senhorita Gulch































Almira Gulch é dona de metade do condado onde se encontra a Fazenda dos tios de Dorothy. No filme, entra na história pedalando enfezadamente uma bicicleta. Ela quer levar Totó para o Xerife acusando-o de ter mordido sua perna. Ameaça processar a fazenda e Dorothy a chama de 'bruxa velha má'. 


Professor Marvel

































É um adivinho com quem Dorothy cruza no seu caminho de fuga da fazenda. Diz ter poderes especiais para ler o passado, o presente e o futuro, mas na verdade não passa de um charlatão e farsante. No fundo tem um bom coração, pois convence Dorothy a desistir da fuga e voltar para casa.

Habitantes da Cidade das Esmeraldas

- Guarda
- Ozianos

Ajudantes da Bruxa Má do Oeste


Macacos Voadores
Os macacos voadores (também chamados de macacos alados) são escravos da Bruxa Má do Oeste. Possuem asas imensas e poderosas, e vivem na Terra de Oz. Foram usados pela Bruxa para conquistar o país Winkie. Na versão para o cinema de 1939, os macacos voadores são azuis e desaparecem da história após a Bruxa ser derretida. 

Nikko
Líder dos macacos voadores. 

Winkies
Os Winkies são moradores do país Winkie, na Terra de Oz. Eles foram escravizados durante muitos anos pela Bruxa Má do Oeste, que os tratava cruelmente. Quando Dorothy derreteu a bruxa, houve muita festa e alegria por parte dos Winkies, que reconquistaram sua liberdade. Quando a bruxa morreu, eles saíram de um estado de transe. No filme de 1939, os Winkies tinham a pele verde e viviam cantando uma repetida marcha militar.

Bruxa Má do Leste

A Bruxa Má do Leste foi criada pelo autor L. Frank Baum em sua série de livros de Oz. 

Ela é descrita como uma bruxa velha e cruel que conquistou e tiranizou o país dos Munchkins no Leste, tornando-os escravos. 

Os sapatos mágicos de prata (alterados para rubi no clássico filme de 1939) eram seu bem mais precioso. Quando a casa de Dorothy caiu sobre ela, seu corpo secou rapidamente virando pó e deixando apenas os sapatos mágicos.

No romance de Baum, a Bruxa Má do Leste era mais poderosa que a Bruxa Boa do Norte, mas não tão poderosa como a Bruxa Boa do Sul.

Originalmente ela não era irmã da Bruxa Má do Oeste e sim sua parceira na tarefa de conquistar e dividir a terra de Oz. 

No filme de 1939, as duas bruxas más são retratadas como irmãs. A Bruxa do Leste quase não aparece na história, a não ser suas pernas debaixo da casa de Dorothy. 

No recente romance 'Wicked: The Life and Times da Bruxa Malvada do Oeste', de Gregory Maguire, e no musical da Broadway 'Wicked', a Bruxa Má do Leste, chamada de Nessarose, é retratada como uma mulher bonita, mas portadora de deficiência física que a impede de andar. 


Curiosidade:

A bruxa que Dorothy vê voando com uma vassoura de dentro do tornado não é a Bruxa Má do Oeste, mas a Bruxa Má do Leste, em cima de quem sua casa cairia. Essa informação é comprovada pelo brilho dos sapatos da bruxa , o que indica que ela está usando os sapatos de rubi. No entanto trata-se da mesma atriz que viveu a Bruxa do Oeste, Margaret Hamilton.


Homem de Lata

No romance original de L. Frank Baum, 'The Wonderful Wizard of Oz', de 1900, o Homem de Lata era um Munchkin chamado Nick Chopper. Depois desse livro, ele reapareceu em muitos outros livros de Oz.

Chopper era lenhador assim como fora seu pai. Um dia ele se apaixonou por uma donzela Munchkin chamada Nimmie Amee, que prometeu se casar com ele assim que ele tivesse dinheiro para comprar uma casa para os dois. A garota vivia com uma velha que a explorava nos serviços da casa, e não queria que ela se casasse.

A velha foi então até a Bruxa Má do Leste, e prometeu duas ovelhas e uma vaca se ela impedisse o casamento. A bruxa colocou um encanto no machado do lenhador, e quando ele foi cortar uma árvore, o machado decepou uma de suas pernas. Ele foi então até um ferreiro, que fez uma perna de lata para ele.

O lenhador continuou tentando cortar árvores, pois precisava do dinheiro para comprar a casa. Cada vez que tentava, o machado cortava um pedaço de seu corpo, que era substituído por uma prótese feita de lata.

Após muitas machadadas, quando ele finalmente perdeu o corpo todo - foi substituído por um corpo de lata - , perdeu também o coração, e com ele o amor pela garota. Ele precisava então de um coração para voltar a amá-la.

Um dia, voltando para casa, pegou uma forte tempestade e ficou todo enferrujado até ficar durinho.

E foi assim que ele foi encontrado por Dorothy e pelo Espantalho, e rumou com eles para a Cidade das Esmeraldas em busca de um coração.

O Mágico, que era um farsante, acabou dando-lhe um relógio em forma de coração, condecorando-o como o mais terno e sentimental dos amigos de Dorothy.

O Homem de Lata apareceu na maioria dos livros de Oz que se seguiram.

No filme 1939, o clássico 'O Mágico de Oz', o Homem de Lata foi interpretado pelo ator Jack Haley. O ator Buddy Ebsen foi originalmente escalado para interpretar o papel, mas a maquiagem do personagem, que continha pó de alumínio, foi parar nos pulmões dele. Ebsen teve que ser levado às pressas para um hospital e foi obrigado a desistir do personagem. O estúdio teve que chamar Haley às pressas para assumir o papel do Homem de Lata.


Curiosidade:
No final do século 19, nos Estados Unidos, vários homens feitos de pedaços de lata foram utilizadas na publicidade e charges políticas. L. Frank Baum, que estava editando uma revista sobre decoração quando escreveu 'O Mágico de Oz', teria se inspirado para inventar o Homem de Lata em uma figura que ele havia construído a partir de peças de metal para uma exposição da loja.

Leão Covarde


O Leão Covarde foi criado por L. Frank Baum no livro original, 'The Wonderful Wizard of Oz', de 1900. Na história ele é um animal, mas fala e interage com os seres humanos.

Ele é o último dos companheiros a se tornar amigo de Dorothy em seu caminho para a Cidade das Esmeraldas. Quando tenta morder Totó, Dorothy o chama de covarde, e ele confessa que é mesmo. O Leão Covarde se junta ao grupo para pedir ao Mágico de Oz que lhe dê coragem. Ele morre de vergonha, afinal o leão, como o rei dos animais, jamais poderia ser um covarde! 

No entanto, durante a jornada do grupo, o Leão demonstra ter coragem em diversos momentos. Tanto que o Mágico o premia com uma medalha por sua valentia e bravura. 

Na versão mais famosa da história, o filme de 1939, 'O Mágico de Oz' (The Wizard of Oz), o Leão Covarde foi interpretado por Bert Lahr, um astro do vaudeville e da Broadway. Lahr aplicou vários de seus maneirismos na concepção do personagem e criou uma interpretação considerada antológica.

Nos livros de Oz, o Leão Covarde não tem o mesmo destaque do filme. Nos demais livros da série, ele está sempre presente, mas não tem tanta importância como outros personagens. Em alguns livros ele só recebe uma pequena menção.